15 maio 2011

Esmalte Duochrome - Big Universo

A Big Universo lança mais uma coleção de esmaltes com efeitos diferentes dessa vez são duochromes.


A festa dos colorados em Porto Alegre:



Emocionado, Falcão engasga e desabafa: "É uma emoção que não dá para medir em palavras"

Técnico do Inter preferiu comemorar o título de forma reservada

FOTO: Renan imita a irreverente comemoração de Kidiaba

Goleiro colorado se inspirou no arqueiro do Mazembe para comemorar título do Gauchão



Colorados comemoram título



14 maio 2011

Moda renda outono inverno 2011


Sapato Oxford ,  Estampa de oncinha ,  Cinto boyfriend












08 maio 2011

"Olhe no fundo dos olhos de um animal e, por um momento, troque de lugar com ele. A vida dele se tornará tão preciosa quanto a sua e você se tornará tão vulnerável quanto ele. Agora sorria, se você acredita que todos os animais merecem nosso respeito e nossa proteção, pois em determinado ponto eles são nós e nós somos eles."

QUEM AMA NÃO LIGA PRA RAÇA ADOTE UM '' VIRA - LATA '' 


Esqueçao petróleo, a ocupação, o terrorismo, ou mesmo o Al-Qaeda.  O perigo real para os iraquianos nos dias de hoje é o câncer. O Câncer está se espalhando como fogo no IraqueMilhares decrianças estão nascendo com deformidades.
Os médicos dizem que estão lutando para lidar com a ascensão decâncer e defeitos de nascimento, especialmente nas cidades submetidasa bombardeamentos americanos e britânicos pesados -. Jalal Ghazi,para a New America Media.









 FOTO IRÔNICA: Soldados dos EUA (Marines) oram a Deus, pelo sucesso de suas missões antes de iniciarem bombardeios e ataques com mísseis carregados com ogivas de fragmentação no Iraque. Invasão de Basra,Bagdá, Mosul e em outras cidades, o Iraque, Abril de 2003. Foto:MarchforJustice.com
--------- Mensagem encaminhada ----------
De: Marco Aurelio<masquino@...>
Data: 11 de março de 2010 08:42
Assunto: Crianças deformadas no Iraque.E os direitos humanos???????????????????????
Para: viomundoteve@..., Eduardo Guimarªes <edu.guim@...>






Ajudem as crianças deformadas de Fallujah

5 de Dezembro de 2009
Iraq Solidarity UK
Fonte: uruknet | Tradução de Francisca Macias
Carta enviada em 18 de Outubro 2009
Para: As Nações Unidas

As crianças deformadas de Fallujah

Posted on 02-02-2010
Filed Under (AconteceInternacionalOriente Médio) by Vera L.

Carta  à Orgnização  das Nações Unidas
As jovens de Fallujah, no Iraque, vivem com terror de terem filhos, devido ao aumento do número de bebês que nascem com malformações grotescas, sem cabeça, com duas cabeças, um único olho na testa, com o corpo coberto de escamas ou sem membros.
Além disso, as crianças na primeira infância  estão a deparar-se com terríveis cancer  e leucemias.
Estas deformações são bem documentadas, por exemplo,  em documentários do canal de televisão do Reino Unido SKY em 1 de Setembro de 2009, e em Junho  de 2008.
Através do nosso contato direto com médicos de Fallujah, foi-nos relatado que:
Em Setembro de 2009, nasceram no Hospital Central de Fallujah 170 bebés, 24% dos quais morreram nos primeiros sete dias, sendo que  75% dos bebés mortos foram classificados como deformados. Estes dados podem ser comparados com os dados do mês de Agosto de 2002, em que nasceram 530 bebês dos quais seis morreram nos primeiros sete dias e apenas foi relatado um defeito de nascimento.
Os médicos de Fallujah comentaram especificamente que não só eles estão a testemunhar defeitos de nascimento em quantidade sem precedentes, como os partos prematuros também aumentaram consideravelmente a partir de 2003. Mas o mais alarmante é os médicos terem dito que “ um número importante de bebês que sobrevivem, começam mais tarde a desenvolver várias deformações”.
Um dos muitos médicos e cientistas profundamente preocupados com Iraque, o Dr.Chris Burns Cox, médico do Hospital Britânico, escreveu uma carta à Rt.Hon.Clare Short, pedindo informações desta situação. Ela escreveu ao Rt.Hon.Douglas Alexander, Secretário de Estado do Departamento para o Desenvolvimento Internacional pedindo esclarecimentos sobre a situação das crianças deformadas de Fallujahh.
Houve uma resposta datada de 3 de Setembro 2009 (dois dias após a transmissão do canal SKY, no dia 1 de Setembro),  do ministro-adjunto do Secretário de Estado, o Sr.Gareth Thomas MP, Ministro do Departamento para o Desenvolvimento Internacional,  onde ele nega que haja mais do que duas ou três crianças deformadas em Fallujah, por ano, e declara que,  portanto, não há problema. Isto está em absoluto desacordo com os relatos provenientes de Fallujah.
Um coveiro confirmou que em  um único cemitério enterra quatro ou cinco bebês por dia, e  diz que a maioria têm deformações.
Clare Short cedeu-nos uma cópia desta carta. Ela é exactamente igual a três outras respostas que recebemos ao longo de quatro anos, no que diz respeito à questão da saúde infantil e ao uso do urânio empobrecido.
Todas estas cartas se baseiam em mentiras com o objetivo de confundir as pessoas a que se destinam. Na sua autobiografia “Honorable Deception?” Clare Short diz “A primeira intenção do Número 10 (Downing Street) é mentir “. Consideramos a falsidade da carta do Sr.Thomas e das outras cartas que recebemos, extremamente grave. Estas  não tratam de questões menores de corrupção ou impostos, mas sim da utilização de forças militares e de armas mortíferas.
O uso de certas armas tem repercussões terríveis. O Iraque vai-se tornar, se não se tornou já, um país onde é aconselhável não se ter filhos. Outros países irão olhar para o que tem acontecido  e copiar o total desrespeito dos Aliados da Coligação à Carta das Nações Unidas, ao Tratado de Genebra, às Convenções de Haia, e ao Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional.
Alguns países, como o Afeganistão, também virão a sentir os danos de longo prazo ao meio ambiente, calculados em biliões de anos, e os efeitos devastadores do urânio empobrecido e das bombas de fósforo branco.
Se, como dizemos na carta ao Ministro do Departamento para o Desenvolvimento Internacional, o Governo do Reino Unido não conhece claramente os efeitos das armas que utiliza, nem, por uma questão política, sabe “o número de vítimas que elas fazem” , como pode o Governo do Reino Unido avaliar se está  conduzindo  as guerras no Iraque e Afeganistão de acordo com o Direito Internacional, especialmente em termos da “proporcionalidade” e  danos ao meio ambiente?
Como pode o Reino Unido saber da ilegalidade dos sistemas de armas que vende no mercado internacional, tais como os mísseis “Storm Shadow”,  se o próprio Departamento do Governo -   que supostamente avalia as mortes e as necessidades médicas das crianças e adultos no Iraque -   não está  dizendo  a verdade?
Nós exigimos da Assembleia Geral da ONU o seguinte:
1.Reconhecer que há um grave problema em relação ao número sem precedentes de defeitos de nascimento e casos de cancer  no Iraque, especialmente em Fallujah, Basra, Bagdá  e Al-Najaf.
2.Criar um comité independente para conduzir uma investigação detalhada sobre o problema do aumento do número de defeitos de nascimento e de cancer no Iraque.
3.Proceder à limpeza de materiais tóxicos usados pelas forças de ocupação, incluindo o urânio empobrecido e fósforo branco.
4.Impedir a entrada de crianças e adultos em áreas contaminadas para minimizar a exposição àqueles perigos.
5.Investigar se foram cometidos crimes de guerra ou crimes contra a humanidade e assim defender a Carta das Nações Unidas, o Tratado de Genebra, as Convenções de Haia e o Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional.
Atentamente,

Iraq Solidarity

Fallujah e o terrorismo ocidental

Fallujah e o terrorismo ocidental
Carlos Aznárez (director de Resumen Latinoamericano)
Mais de seiscentos cidadaos iraquianos fôrom assassinados brutalmente num par de dias em Fallujah, 243 deles som crianças e outros dous mil habitantes ficárom gravemente feridos com a operaçom ianque de castigo. 600 cadáveres numha populaçom de 600 mil habitantes.
Este é, sem dúvida, o remédio dos poderosos para os povos que nom se submetem. Umha receita que indica que neste mundo já nom há lugar para a racionalidade, porque assim o imponhem os senhores da guerra, os Avançados do fundamentalismo mais antigo, o mais letal: o do Ocidente.
Seiscentas vidas fôrom ceifadas após os bombardeios. Caírom despedaçadas após os disparos de avions e tanques norte-americanos. Sob as balas da democracia pacificadora, ali, em Fallujah. Crianças despedaçadas, jovens com o corpo feito peneira polos estilhaços de explosivos "inteligentes" e pola brutalidade da metralha. Dezenas de fiéis mussulmanos carbonizados polas chamas provocadas polo napalm. Qual era a sua culpa? Rezar numha mesquita, que para os homens da nova Cruzada fascista converteu-se num objectivo militar.
Pensar é perigoso, rezar é perigoso, viver é perigoso, lá, em Fallujah.
Hospitais atingidos polos morteiros daqueles que afirmam defender a liberdade dos iraquianos, escolas que desaparecêrom do mapa, e a infraestrutura desta cidade mártir, que acaba de ser completamente destruída.
Nom esquecer: Esta é a cultura que impom o Ocidente. Ontem, hoje e sempre.
Entre esses seiscentos corpos mutilados, até chegar o invasor, corria aos borbotons a vida e a esperança, mas também a rebeldia, que finalmente quijo impedir que se manchasse a soberania de um povo que nom aceita pôr-se de joelhos perante o ocupante.
Nós nom faríamos o mesmo se nos coubesse ser Fallujah?
Seiscentas mulheres, seiscentos anciaos, seiscentos homens de trabalho - até chegarem eles -, seiscentos jovens e adolescentes, seiscentas crianças. Som tantos que só mencioná-los aflige. Entretanto, parecem nom valer nada para o mundo dessa matilha assassina que mesmo depois do massacre tenta sustentar um discurso, umha razom, umha desculpa.
Esta enorme quantidade de seres humanos que hoje já nom existem em Fallujah parece ser diferente de outros mortos, tam mortos como eles. Tomemos como exemplo os de Madrid, sacrificados polo horror de resposta num 11 de Março. Os de Tel Aviv quando a resistência palestina decide exercer a vingança a tanta morte e tanta afronta sofrida. Ou os dos outros rincons inóspitos do mundo ocidental.
Parece que, graças à hipocrisia geral, há mortos de primeira neste mundo de quarta. Mortos que inspiram o Papa a convocar os seus crentes para enfrentar o terrorismo (nunca o terror dos Estados opressores, Santo Padre?), mas nom incomodam nem um pouco o chefe do Vaticano quando os caídos som iraquianos, afegaos, ou inocentes cordeiros de um Terceiro Mundo que estala onde quer que se olhe.
Mortos com amplíssima cobertura midiática, com manifestaçons multitudinárias de afliçom, onde marcham lado a lado os legionários da guerra que invadem países e massacram populaçons inteiras, com as vítimas das suas decisons despóticas de ir à guerra para continuar a acumular riquezas.
Fallujah e Bagdad hoje, Cabul ontem, Belgrado antes. Palestina sempre, assim como Vietnám, Coreia, Argélia, Panamá. É a repartiçom equitativa do horror em nome da civilizaçom das transnacionais, cobiçosas até o enfartamento.
Nom mais mortos por culpa da loucura desencadeada polos gringos, sejam estes ianques, ingleses, italianos ou espanhóis. Poderia ser umha palavra-de-ordem da hora para milhons de cidadaos de todos os nossos países, mas seriam palavras sem sentido se nom as convertêssemos em acçom.
Nom mais hipocrisia na hora de contar e propagandear os mortos de um lado e minimizar e ocultar os mortos do outro, como se realmente houvesse diferenças dentro da tragédia compartilhada. Do contrário, com que fórmula poderíamos impugnar, mesmo que o fagamos, as porçons de terror que a cada momento nos cabem por desgraça neste lado da trincheira? Com que argumentos dizer aos "outros" que nom nos fagam o mesmo que eles sofrem quotidianamente - 243 crianças assassinadas em Fallujah! - graças à bestialidade daqueles que dim representar-nos?
Fallujah, a sua gente, os seus resistentes heróicos, tem o direito conquistado de que se acabe com esta sensaçom de hipnose colectiva onde nós próprios, os que queremos, defendemos e apoiamos o valente povo do Iraque, por vezes somos presos por umha paralisia tam inexplicável como perigosa para o nosso futuro. Ou será que estamos a acostumar-nos ao genocídio?
Se nom reagirmos hoje, quando nossos povos se convertem em Fallujah por obra e graça da ambiçom de criminosos de guerra do porte de Bush, Blair, Berlusconi, Aznar ou Sharon, amanhá será demasiado tarde.
Fallujah. Repitamos esse nome, e fagamos dele um símbolo de recusa planetária ao imperialismo mais brutal que já existiu na história da humanidade. Esse que se revolve em Washington entre os gritos de terror das suas vítimas.
Como Nagasaki e Hiroshima: FALLUJAH. Deve marcar um antes e um depois na nossa condiçom de seres humanos.


FONTE: http://www.primeiralinha.org/destaques3/fallujah.htm
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