30 outubro 2011

Fotografias de algumas celebridades a fumar marijuana.


EU VOU DEIXAR BEM CLARO AQUI, EU NÃO GOSTO , TENHO NOJO!!! E, ATÉ ACEITO QUE USEM, MAS BEM LONGE DE MIM. AQUI NO BRASIL É CRIME, EU CONCORDO! NÃO QUERO QUE UM BANDO DE GENTE FIQUE USANDO A MACONHA OU QUALQUER TIPO DE DROGA NA MINHA FRENTE. OU O QUE SERIA PIOR, ACHAR NORMAL O USO!!!
A legislação sobre drogas

Reuters
O tratamento legal dispensado às drogas passou por diversas transformações em todo o mundo desde o surgimento das primeiras restrições ao seu consumo, fabricação e circulação. Atualmente, é consenso que tais substâncias causam dependência e podem ter efeito devastador sobre a saúde dos usuários. No entanto, ainda há muitas divergências sobre como abordar a questão, no Brasil e nas demais nações. Por aqui, está em vigor desde 2006 a terceira legislação sobre drogas: ela considera crimes tanto o consumo quanto a comercialização, embora em graus bem diferentes. Por isso, a punição ao usuário é mais branda do que à aplicada ao traficante. Entenda a evolução do assunto aos olhos da Justiça brasileira e mundial e conheça as práticas particulares de algumas nações.
1. Qual a diferença entre descriminalizar e despenalizar as drogas?
2. Quando as drogas passaram a ser consideradas prejudiciais à saúde?
3. Quando surgiram as leis para regular produção, comércio e uso de drogas?
4. Apesar das restrições médicas e legais, por que certos grupos defendem as drogas?
5. Os movimentos em prol da liberalização tiveram reflexo nas leis de algum país?
6. Quais nações abrandaram suas leis antidrogas?
7. Quais foram os resultados obtidos com a maior liberalidade?
8. O que diz a legislação brasileira sobre as drogas?
9. Quando a lei brasileira começou a ser aplicada?
10. Em que países o uso de drogas para fins terapêuticos é autorizado?
11. Por que alguns países querem endurecer novamente a legislação?
12. Como está a situação em outros países?
1. Qual a diferença entre descriminalizar e despenalizar as drogas?
Descriminalizar é fazer com que a produção, consumo e comércio de drogas deixem de ser crimes. Já o termo despenalizar tem sido usado no sentido de abrandar a punição que recai sobre quem pratica esses atos.
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2. Quando as drogas passaram a ser consideradas prejudiciais à saúde?
O consumo de drogas é muito antigo - há relatos do uso de álcool na Grécia antiga, por exemplo. Mas foi apenas no final do século XIX que algumas dessas substâncias receberam a denominação "droga" e passaram a ser consideradas prejudiciais ao usuário e um problema para as sociedades.
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3. Quando surgiram as leis para regular produção, comércio e uso de drogas?
Existem movimentos contra a produção, o comércio e o uso de substâncias psicoativas desde o século XIX - nos Estados Unidos, a causa levou até à formação de um partido político, o Prohibition Party, criado por volta de 1870. Mas foi apenas após o final da II Guerra Mundial que as opiniões se tornaram mais uniformes. Numa convenção ocorrida em 1961, chegou-se ao primeiro consenso internacional em relação às substâncias psicoativas. O encontro - que contou com a presença de representantes de 73 países, entre eles Brasil, Japão, EUA, Alemanha, França e Inglaterra - ratificou um tratado que vigora até hoje. A Convenção Internacional Única sobre Entorpecentes classificou uma série de substâncias em quatro graus de periculosidade. Todas teriam sua produção, venda e consumo controlados. A esse primeiro tratado, marco inicial do combate às drogas, seguiram-se outros acordos internacionais promovidos pela Organização das Nações Unidas. O Brasil é signatário de todos. Mais recentemente, em 1998, o país também passou a compartilhar das resoluções da ONU pela redução da demanda de drogas.
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4. Apesar das restrições médicas e legais, por que certos grupos defendem as drogas?
Tanto no Brasil quanto em outros países, a droga, especialmente a maconha, conquistou uma legião de usuários e defensores na década de 1960, como parte do movimento da chamada contracultura, que buscava contestar os principais fundamentos e costumes sociais. Entre os universitários e intelectuais de esquerda, por exemplo, consumir drogas tinha um significado difuso que poderia traduzir-se em uma oposição às práticas ou opiniões vigentes. Nos EUA, a oposição poderia ter como alvo a Guerra do Vietnã, por exemplo; no Brasil, a ditadura militar. Nos anos seguintes, ainda, alguns estudos passariam a defender o uso das substâncias psicoativas para uso terapêutico e o conseqüente abrandamento da legislação, mas essas pesquisas foram aos poucos cedendo espaço para outras, que reafirmaram a gravidade do uso das drogas.
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5. Os movimentos em prol da liberalização tiveram reflexo nas leis de algum país?
Na verdade, o principal motivo do crescimento dos movimentos pela liberalização do uso de drogas, a partir da década de 1970, foi a dificuldade em controlar o consumo. A Holanda foi o primeiro país a permitir o uso de uma delas, a maconha, em 1976: a autorização, porém, era restrita a alguns bares e a maiores de 18 anos. Pouco a pouco, outros países aderiram ao movimento, iniciando um processo de abrandamento de punições. Assim, nos primeiros anos do século XXI, vários países da Europa ocidental já tinham uma postura mais flexível em relação às drogas.
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6. Quais nações abrandaram suas leis antidrogas?
Alemanha, Espanha, Itália e Portugal, por exemplo. Eles passaram a enxergar cada vez mais o uso de drogas como um caso de saúde pública, e não de polícia. Atualmente, um cidadão italiano pode ter a prisão revogada caso aceite se submeter a um programa de recuperação controlado pelo Ministério da Saúde. Portugal foi ainda mais longe e, em julho de 2000, descriminalizou o uso de substâncias psicoativas. Quem é apanhado fumando um cigarro de maconha, por exemplo, é encaminhado para tratamento médico e pode, no máximo, ter de pagar uma multa. Um ano mais tarde, foi a vez da Grã-Bretanha e da Austrália entrarem no rol das nações dispostas a experimentar novas abordagens sobre o assunto. Os britânicos fizeram vários experimentos que culminaram numa lei sancionada em 2004. A droga foi, então, reclassificada pelos órgãos de saúde. Como conseqüência, a punição para usuários pegos em flagrante praticamente se extinguiu. Já o governo australiano autorizou a abertura de salas especiais para viciados em heroína, nas quais o usuário podia injetar a droga sob supervisão médica. Espanha e Alemanha desenvolveram programas semelhantes.
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7. Quais foram os resultados obtidos
com a maior liberalidade?

Na Holanda, a tolerância à maconha teve sucesso em tirar os consumidores da clandestinidade, mas não surtiu o mesmo efeito sobre o tráfico. Metade dos crimes cometidos no país está ligada aos entorpecentes, e o número de presos triplicou nos últimos dez anos. Por outro lado, a maior cidade holandesa Amsterdã contava com 10.000 viciados em heroína em 1980, número que caiu para a metade com a liberdade para consumir maconha. Com mais de 1.500 bares vendendo livremente a erva há 25 anos, a Holanda tem números surpreendentes: apenas 5% da população fuma maconha, contra 9% nos Estados Unidos, onde há leis mais rigorosas. O que se vê, portanto, é que a abordagem mais tolerante tirou do usuário o estigma de marginal e deu a ele mais chances de se recuperar do vício e do crime, mas não conseguiu se afirmar como uma alternativa de efeitos inteiramente seguros.
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8. O que diz a legislação brasileira
sobre as drogas?

Consumir ou comercializar drogas no Brasil é crime. Porém, a legislação atual prevê punições distintas a usuário e traficante. Ao primeiro, a lei imputa três tipos de pena: advertência sobre os efeitos das drogas, prestação de serviços à comunidade (de 5 a 10 meses) e medida educativa de comparecimento a programa ou curso educativo. Já a quem produz ou comercializa drogas, a lei atribui pena de 5 a 15 anos de reclusão e pagamento de multa de 500 a 1.500 reais. Cabe ao juiz determinar a finalidade da droga apreendida - se para consumo pessoal ou comercialização -, o depende de inúmeros fatores, como a natureza e a quantidade da substância e os antecedentes do suposto criminoso.
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9. Quando a lei brasileira começou
a ser aplicada?

A Lei 11.343 está em vigor desde 23 de agosto de 2006. Antes dela, o Brasil teve outras duas legislações sobre drogas. A primeira, de 1976, precisou ser revista no início dos anos 2000 - já que estava em desacordo com as práticas e concepções do século XXI. Assim, em 2002, promulgou-se a lei 10.409, que, no entanto, teve os artigos que definiam o que seria considerado crime vetados, de modo que foi preciso elaborar a atual legislação.
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10. Em que países o uso de drogas para fins terapêuticos é autorizado?
A única droga cujo uso medicinal é permitido, em alguns países, é a maconha. Na Holanda, a prática é autorizada desde setembro de 2003, mas sob algumas condições. Segundo o Ministério da Saúde local, a maconha só deve ser prescrita, como última alternativa, para o tratamento de dores crônicas, náuseas, falta de apetite, rigidez muscular e espasmos que acometem pacientes de câncer, Aids, esclerose múltipla e síndrome de Tourette, doença caracterizada por movimentos involuntários do corpo. Mas no que diz respeito às drogas, a Holanda costuma ser a exceção e não a regra. O uso da maconha para tratamento médico está longe de ser um consenso em outros países. Nos EUA, o assunto já gerou muita discussão e decisões concorrentes entre o governo federal e os estaduais. A Suprema Corte do país definiu, em 2005, que o uso medicinal da erva é ilegal. O FDA, órgão do governo que controla alimentos e remédios, concordou. Ambas as instâncias, porém, contrariaram a legislação de oito estados - entre elas a da Califórnia, que data de 1996 -, nos quais não há penalidade para o cultivo e posse de maconha para uso medicinal. A lei brasileira não prevê o uso de drogas para fins terapêuticos.
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11. Por que alguns países querem endurecer novamente a legislação?
A tolerância em relação às drogas e ao crime organizado perdeu a aura de modernidade. Por exemplo, a Holanda, um dos países mais liberais da Europa, já foi mais aberta. Atualmente, os coffee shops locais não podem mais vender bebidas alcoólicas nem cogumelos alucinógenos, e uma lei que tramita no Parlamento pretende proibi-los de funcionar a menos de 200 metros das escolas. A tolerância em relação à maconha, iniciada nos anos 70, criou ao menos duas contradições. A primeira é que os bares podem vender até 5 gramas de maconha por consumidor, mas o plantio e a importação da droga continuam proibidos. Ou seja, houve um incentivo ao narcotráfico. A segunda é que, Amsterdã, com seus coffee shops, passou a atrair "turistas da droga" dispostos a consumir de tudo, não apenas maconha. Isso fez proliferar o comércio clandestino. A população começou, então, a rever suas idéias e a se mostrar cada vez mais descontente com o atual tratamento dispensado a usuários e traficantes.
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12. Como está a situação em outros países?
A Suíça também precisou dar marcha a ré na tolerância com as drogas. O bairro de Langstrasse, em Zurique, que havia se tornado, sob o aval do governo, território livre para o consumo de drogas, acabou sob o controle do crime organizado. Em 1992, a prefeitura coibiu o uso público de entorpecentes. A Dinamarca seguiu o exemplo. Em 2003, as autoridades fecharam o cerco ao Christiania, um bairro de Copenhague ocupado por uma comunidade alternativa desde 1971, onde a venda de maconha era feita em feiras ao ar livre. A Grã-Bretanha, depois de muito vai-e-vem, também decidiu voltar a apertar o cerco: no início de 2008, o governo deu início ao processo de endurecimento novamente, devido a um estudo do Advisory Council on the Misuse of Drugs que está prestes a demonstrar, por exemplo, que a maconha prejudica a saúde mental dos consumidores mais do que se imaginava. A droga, então, voltará a pertencer ao grupo dos entorpecentes sujeitos a repressão severa (neste caso, com multa e cinco anos de prisão para o usuário).
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http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/perguntas_respostas/leis-sobre-drogas/index.shtml
Maconha
  1. O que é a maconha?
  2. Como a maconha é utilizada?
  3. O que é hashishe (ou hachiche)? e skank (skunk)?
  4. Por que as pessoas usam Maconha?
  5. Quantas pessoas usam Maconha?
  6. O que a maconha faz no corpo após uma dose (efeitos físicos agudos)?
  7. O que a maconha faz no corpo com o uso contínuo (efeitos físicos crônicos)?
  8. O que a maconha faz com a mente após uma dose (efeitos psíquicos agudos)?
  9. O que a maconha faz com a mente depois de um período de uso crônico (efeitos psíquicos crônicos)?
  10. A maconha afeta o desempenho na escola?
  11. A maconha leva ao uso de outras drogas?
  12. É possível reconhecer alguém que usa Maconha ?
  13. A maconha pode ser usada como remédio?
  14. A pessoa pode usar maconha quando está grávida?
  15. A maconha causa dependência?
  16. As pessoas podem parar de usar maconha?
  17. A maconha causa tolerância?
  18. O que acontece se uma pessoa for surpreendida usando maconha?
  19. O que acontece se uma pessoa for surpreendida levando maconha para usar junto com amigos?
  20. A maconha afeta a memória?
  21. A maconha afeta o desempenho sexual?
A maconha é o nome dado no Brasil ao vegetal Cannabis sativa, também conhecida popularmente como: marijuana, fumo, bagulho, manga rosa, liamba, mulatinho. Os primeiros relatos de sua presença no Brasil datam do século XVIII para a produção de fibras. No entanto acredita-se que a planta já existe há mais tempo utilizada pelos escravos. A planta Cannabis sativa produz mais de 400 substâncias químicas. Uma delas é o THC (tetrahidrocanabinol ) que é a principal responsável pelos efeitos da maconha.
As flores e folhas secas da maconha podem ser fumadas ou ingeridas, sendo que a forma mais comum é a fumada. Nesse primeiro caso a maconha é absorvida por via pulmonar e atinge o Sistema Nervoso Central (cérebro) em apenas alguns segundos e, utilizada por via oral sua absorção é lenta, de 30 a 60 minutos.
O hashishe é uma forma concentrada da maconha, com a forma de uma bolota. A pessoa pode engolir a bolota ou pode fuma-la. O hashishe é bem mais potente que as folhas e flores da maconha. O skunk nada mais é do que uma variedade da planta que foi selecionada para produzir uma quantidade bem maior de THC. É claro, portanto, que o skunk é mais potente que a maconha comum.
Não podemos dizer que todos que fumam maconha querem sentir as mesmas coisas, mas alguns dos efeitos buscados podem ser: Tranqüilidade, pois muitos do que usam maconha se sentem mais calmos e relaxados; Diversão e descontração, a pessoa ri por qualquer motivo; Busca de um maior prazer sexual (isto não ocorre, na verdade); Maior sensibilidade ao som (ficar curtindo uma música por exemplo), Maior sensibilidade ao gosto (a famosa "larica"); Ficar "morgando", que se caracteriza pela vontade de não fazer nada; Ficar "viajando" em algum objeto, pois a sensibilidade visual fica aumentada.
Muita gente no mundo inteiro. Por exemplo em um levantamento de 1999 sobre uso de drogas na população do Estado de São Paulo mostrou que 6,4% já havia experimentado a maconha. Em quatro levantamentos de consumo entre os estudantes das 10 maiores capitais do Brasil revelou que 7,6% (em 1997) dos estudantes a haviam experimentado pelo menos uma vez.
Os efeitos físicos agudos não são muitos : os olhos ficam ligeiramente avermelhados (hiperemia das conjuntiva ), a boca fica seca (xerostomia) e o coração dispara (os batimentos, de 60 a 80 por minuto, podem chegar a mais de 120).
Os efeitos crônicos da maconha são mais graves. No homem o uso prolongado de maconha pode provocar uma diminuição da testosterona (hormônio que confere ao homem maior quantidade de músculos, a voz mais grossa, barba, também é responsável pela fabricação do espermatozóides). Na mulher pode trazer alterações hormonais chegando até a inibição da ovulação. O uso contínuo pode afetar também os pulmões (a fumaça é muito irritante), sendo comum os problemas respiratórios, principalmente a bronquite. Animais de laboratório expostos cronicamente à maconha passam a apresentar maior incidência de câncer do que animais controles.
Os efeitos psíquicos agudos dependerão da qualidade da maconha fumada e da sensibilidade de quem fuma. Para uma parte das pessoas, os feitos correspondem a uma sensação de calma e relaxamento, menos cansaço e vontade de rir. Para outras, ao contrário, os efeitos são desagradáveis: tremor, sudorese, sensação de angústia, medo de perder o controle mental (bad trip/ má viagem, bode).
A percepção do tempo e do espaço ficam prejudicadas. Assim, uma pessoa ao dirigir após ter usado maconha, pode facilmente calcular errado na hora de fazer uma ultrapassagem, causando assim um acidente. Há também uma perda da memória que, iremos abordar em um outro tópico.
Os efeitos psíquicos crônicos da maconha, provocado pelo uso continuado, interferem na capacidade de aprendizagem e de memorização, podendo induzir a um estado de diminuição da motivação. Nesse caso, a pessoa não sente vontade de fazer mais nada, tudo parece ficar sem graça e sem importância. Há também provas científicas de que, se o usuário tem uma doença psíquica, mas que ainda está "sob controle", ou já se manifesta, mas está controlada por medicamento, a maconha piora o quadro, pois ela pode anular o efeito do medicamento ou ser o "estopim" que faria a doença se manifestar.
Imagine uma pessoa que fumou maconha e vai assistir uma aula de matemática. Pense na dificuldade que vai ser para essa pessoa organizar ás idéias de uma forma lógica já que, como vimos, a maconha afeta a atenção, concentração, motivação e memória. Com certeza o desempenho na escola ou em quaisquer outras atividades que exijam esses quesitos vão ser prejudicadas.
Não necessariamente. O que ocorre na verdade (e que leva a essa noção equivocada de que a maconha seria a porta de entrada para outras drogas) é uma hierarquia na experimentação e no uso por parte das pessoas. Raramente alguém começa a usar direto cocaína sem ter pelo menos experimentado alguma bebida alcoólica ou cigarro (que são drogas legais mas que, podem também causar sérios problemas). Se uma pessoa tiver vontade de provar mais alguma coisa, é provável que ela experimente, dentro das drogas ilegais, primeiro a maconha, por ser mais barata e disponível. Mas não há nada de intrínseco (que pertença á ela) nessa substância que obrigue a pessoa a depois usar algo mais pesado e assim sucessivamente.
Às vezes. Por exemplo, quando a pessoa tem os olhos avermelhados e a boca seca. Mas muitas vezes uma pessoa pode ter uma ou mesmo as duas coisas, sem nunca ter fumado maconha.
Apesar de seus efeitos tóxicos e sua ilegalidade de consumo no Brasil, há relatos até antigos dos efeitos terapêuticos da maconha .Nos dias de hoje a maconha é reconhecida como medicamento em pelo menos 3 condições clínicas : Reduz ou abole as náuseas e vômitos produzidos por medicamentos anticâncer; Tem efeitos benéficos em alguns casos de epilepsia (doença que se caracteriza por convulsões ou ataques); e, Pode melhorar o estado geral de doentes de AIDS (mas não cura a doença).
Nenhuma substância que cause algum tipo de intoxicação deve ser usada pela mulher quando estiver grávida (e no período de amamentação), pois isso prejudica o feto que está em desenvolvimento. Assim como o cigarro, álcool, remédios (que não receitados pelo médico), a maconha e outras drogas não podem ser usadas.
Algumas pessoas podem desenvolver dependência e outras não. Isto vai depender da pessoa e seus problemas e do tempo e quantidade de uso. Infelizmente não podemos saber quais são essas pessoas pois, a dependência está ligada a uma série de fatores que vão variar muito de pessoa para pessoa.
Sim. Algumas pessoas param sozinhas, outras precisam de ajuda, mas de uma forma ou de outra o importante é saber que, se a pessoa quiser ela pode parar.
O uso contínuo da maconha pode levar ao fenômeno de tolerância. Por exemplo: se antes a pessoa com 1 baseado ficava "legal", agora ela precisa fumar mais para ficar "legal" do mesmo jeito. No entanto, a tolerância no caso da maconha demora muito para acontecer.
A maconha no Brasil é considerada um droga ilícita e, como tal, se uma pessoa estiver usando maconha e for surpreendida ( mesmo que não esteja causando nenhuma tipo de problema ou dano a alguém) ela vai ser punida de acordo com a lei.
Como foi dito acima, o problema é que não interessa se a pessoa vai usar em casa com um amigo para ficar curtindo um som, ou se ela vai usar com os amigos numa festa, situações estas que aparentemente não estariam prejudicando a ninguém. A maconha é uma droga ilícita e a pessoa que a estiver levando para usar com amigos poderá ser enquadrada como traficante pela nossa lei que, nesses casos é de um rigor extremo, colocando um usuário na mesma condição de um traficante de verdade.
Sim. A maconha prejudica principalmente a memória a curto prazo; exemplificando: Vamos supor que alguém esteja em casa com um amigo e vão pedir uma pizza, ela olha o telefone na caderneta e, quando começa a discar já se esqueceu o número que acabou de olhar, tendo que consultar novamente a caderneta. Obviamente que nesse caso não há grandes prejuízos, mas, se a pessoa estivesse em seu trabalho ou estudando e necessitasse de uma atenção maior, com certeza estaria tendo problemas.
A maconha não afeta diretamente o desempenho sexual mas, como já foi visto ela trás tanto para o homem quanto para a mulher alterações hormonais que podem resultar em problemas. Além do mais, a maconha produz tantas alterações mentais que pode tirar a concentração necessária durante o ato sexual.


Fotografias de algumas celebridades a fumar marijuana.

Paris Hilton

celebridades a fumar marijuana 001 Celebridades a fumar marijuana
celebridades a fumar marijuana 002 Celebridades a fumar marijuana

Kristen Stewart

celebridades a fumar marijuana 003 Celebridades a fumar marijuana

Mischa Barton

celebridades a fumar marijuana 004 Celebridades a fumar marijuana

Lily Allen and Kate Moss

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celebridades a fumar marijuana 006 Celebridades a fumar marijuana
celebridades a fumar marijuana 007 Celebridades a fumar marijuana

Cameron Diaz and Drew Barrymore

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celebridades a fumar marijuana 009 Celebridades a fumar marijuana

Lindsay Lohan

celebridades a fumar marijuana 010 Celebridades a fumar marijuana

Kirsten Dunst

celebridades a fumar marijuana 011 Celebridades a fumar marijuana


http://olharesinsolitos.com/celebridades-a-fumar-marijuana.html

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