17 março 2012

Minha vida com Marilyn: sete depoimentos sobre a atriz e sua mitologia

Minha vida com Marilyn: sete depoimentos sobre a atriz e sua mitologia

Caderno Donna ZH deste domingo traz reportagem especial sobre a diva


Minha vida com Marilyn: sete depoimentos sobre a atriz e sua mitologia Reprodução/Reprodução 

O publicitário Saul Duque, o ator e professor de teatro Zé Adão Barbosa, o crítico de cinema Hiron Goidanich, o Goida, o psicanalista Enéas de Souza, o fotógrafo Marcus Luconi e a atriz Bárbara Paz foram convidados por Donna a escrever um depoimento sobre o impacto que sentiram ao ver Marilyn pela primeira vez na tela grande e o modo como percebem a permanência de mito no imaginário coletivo e na cultura pop. 

Os depoimentos, todos de cunho muito pessoal, vão das memórias nostálgicas do cinéfilo Goida até uma constatação de Saul Duque que resultou em um texto divertido: “Dia 5 de agosto de 2012, eu e a morte de Marilyn Monroe completaremos 50 anos”. 

SAUL DUQUE, publicitárioQuando ainda era criança, encanei com o nada. Tentava imaginá-lo, o grande espaço vazio da não-existência. Mas só o fato de imaginar o nada me fazia pensar que, se eu espiava para o nada, logo o nada existia. E se ele existia, por consequência não havia o nada.
Com a cabeça fervendo com isso, descobri que Marilyn Monroe havia morrido no mesmo dia em que eu nasci. No dia D da minha vida, Marilyn havia partido para o vácuo. O cabeção aqui traçou então algumas hipóteses para esta peculiaridade cronológica. Todas envolvendo a mim, Marilyn e, é claro, o nada, que era onde ela deveria estar agora. A mais terrível delas: na lógica particular e cósmica do meu cérebro infantil, para eu nascer alguém precisava morrer. Logo, eu era o responsável pela partida de Marilyn Monroe para o lugar-nenhum.
Deste jeito, mesmo em uma idade onde ainda não tinha como entender tudo o que MM representava, ela já era uma figura perturbadora para mim. Acho que por isso vi todos os filmes com ela e li muito a respeito dos complôs assassinos que supostamente a mataram. Uma morte que sempre voltava em datas importantes como os dez, vinte, trinta e quarenta anos de vida minha. E morte dela.
Marilyn Monroe virou mito em uma época onde a ingenuidade ainda era possível para uma estrela de primeira grandeza. Fingida ou verdadeira, essa inocência não tem mais espaço no esquemão vip-celebridade contemporâneo. Hoje, qualquer coadjuvante do Big Brother já entra em cena turbinado de cinismo, catedrático da fama disposto a fazer quase qualquer coisa. O quase é um exagero meu.
Ela foi a última representante desta ingenuidade, que ficou congelada nos anos 60 e que sempre volta para nos assombrar com seu vestido branco, batom vermelho e peruca platinada. Eventualmente ao lado de um Chaplin meio gordo ou meio alto demais. Talvez por isso, toda a mulher que encarna o mito, reparem, age diferente. Como se tivesse superpoderes. Uma heroína capaz de seduzir todos os homens, com olhos, lábios e curvas que a destacam dos mortais. Sexy e triste como toda heroína deve ser.
Dia 5 de agosto de 2012, eu e a morte de Marilyn Monroe completaremos 50 anos. A minha tese, não. Esta já morreu faz tempo. Foi para o nada, onde certamente não vai encontrar o mito, que está mais vivo do que nunca.
BÁRBARA PAZ, atriz
Do corpo se fez mulher. Da voz fina e sensual, uma atriz.
Da boca, cabelo e cintura, um mito 
Sua mãe era louca, sua vida era santa, seu espelho era um sonho.
Pulou o cercado da ordem e com pouca idade invadiu os olhos do mundo com seu corpo nu.
Namorou soldado, fotógrafo, atleta e poeta. Sem medo, bebeu sorriu, beijou e amou mais do que deveria. 
Viveu 36 anos intensos e deixou para muitos a vontade de ser enfim "mulher". Ousar. Ser.
HIRON GOIDANICH, crítico de cinemaO dia 5 de agosto de 1962 caiu num domingo. Ítala Nandi, Fernando Peixoto e outros associados do Clube de Cinema de Porto Alegre estavam em Caxias do Sul. Pela manhã, assistimos uma pré-estreia do filme de Antonioni, A Aventura. Todo mundo ficou meio deslumbrado com o estilo do diretor e principalmente Monica Kitti, uma loira bela, sensualmente introspectiva, que se tornaria a Diva de Michelangelo. Pela tarde, depois do almoço, os rádios começaram a anunciar: Marilyn Monroe fora encontrada morta - suicídio - na sua casa em Los Angeles. No meio da comoção geral providenciamos o regresso para Porto Alegre. Os jornais, certamente, esperavam nossos textos sobre a loira do calendário. As notícias todas falavam principalmente dos filmes mais recentes de Marilyn, Quanto Mais Quente, Melhor e Os Desajustados. E talvez o que mais caracterizou a carreira dela, o seu amor com as câmeras. Mas ela também adorava a literatura e o teatro - chegou a casar com o dramaturgo Arthur Miller. Uma de suas frustrações foi o de não ter filmado Os Irmãos Karamazov, de Dostoievski. Uma Marilyn que jogava para longe a definição de loira, gostosa e burra. Foi uma luta que ela viveu intensamente: o corpo escultural seduzia os homens que não queriam saber mais do seu espírito, de sua inteligência. Esta imagem dupla permanece até hoje com a gente. Mesmo os traidores que, como eu, sempre preferiram a magrela, Audrey Hepburn. Esta, ao contrário de Marilyn, lembrava as nossas "girls next door". Não cantaram "diamonds are the girls best friends", queriam casar, enfrentar as dificuldades domésticas e até terem filhos. E os tinham, algo que a natureza criminosamente sempre negou à Marilyn.
ENÉAS DE SOUZA, psicanalista 
O cinema é uma erótica. Você está ligado na pele da imagem às coisas físicas que ali estão, que ali são postas. E como cinema é imagem em movimento, as imagens tem corpo, tem relevo, tem cor, tem duração, tem presença. Ah, a presença de Marylin, de Brigitte Bardot, de Jane Fonda, de Cyd Charisse. Eram os belos fantasmas vivos da erótica de uma época. Confesso que a minha preferência não era por Marylin, mas por Cyd Charisse, as pernas mais lindas da história do cinema. Um rosto misterioso, um olhar envolvente. 
Mas nesses temas não se pode ter preferências exclusivas... 
Marylin foi uma construção do cinema, e creio que todos os diretores colocaram um plano na montagem dessa figura. Talvez, Billy Wilder tenha dado o toque para o feminino que Leonardo da Vinci excedeu para o masculino no caso de David. A mulher de uma época: ingênua e inocente (entenda que são coisas diferentes), audaciosa e naturalmente sedutora, uma tensão gloriosa de sexo e amor. "Quanto mais quente melhor"...
ZÉ ADÃO BARBOSA, ator e professor de teatro
Ela nasceu Norma Jean Mortensen, em junho de 1926, geminiana pura. O primeiro filme que eu assisti com a "deusa" foi Nunca fui Santa, onde ela aparece deslumbrante num big close com aqueles olhos aguados. Lembro que saí do cinema de pernas bambas com a beleza e a tristeza dos olhos daquela mulher. A partir daí virei fã incondicional, não só da atriz com voz de garotinha mas, também, daquela personalidade exuberante e frágil ao mesmo tempo. Descobri uma excelente atriz, uma comediante com timing perfeito e uma guerreira que lutava desesperadamente para amar e ser feliz. Marilyn era muito mais do que uma simples gostosa, uma deusa do sexo como Hollywood a vendeu por toda a vida. Era uma mulher delicada, inteligente, estudava para ser atriz, se preocupava com a evolução de seu trabalho, mas, ao mesmo tempo, infernizava os produtores e diretores com atrasos, chiliques, enfim, nada diferente das outras estrelas.
Ganhei de uma amiga a primeira biografia que devorei em horas. Fiquei sabendo que a deusa era um poço de tristezas, complexos, muito mais frágil e trágica do que eu imaginava. O filme de Simon Curtis, mostra a paixão do jovem assistente Colin Clark pela diva dos aguados olhos azuis. Adorei Michelle Williams, ela consegue trabalhar pequenos signos do comportamento de Marilyn com perfeição. Gosto do filme mas ainda acho que falta um roteiro que mostre a esfuziante vida de um dos maiores ícones do cinema, seus casamentos fracassados, seu caso escandaloso com John e Bob Kennedy e sua morte absurda, até hoje inexplicável. 
Aliás, o caso de Marilyn com o presidente dos EUA já rende uma boa trama de sexo, drogas e poder. Fica a dica do bombástico Marilyn e JFK, do romancista e crítico de cinema francês François Forestier.
MARCUS LUCONI, fotógrafo
Para relembrar Marilyn, revi o filme O Pecado Mora ao Lado (não sei por que usam títulos com tradução tão diferente do original). O que ficou dos filmes com Marilyn, principalmente as comédias, era o seu talento natural para fazer rir e sentir uma certa paixão, pois representava uma garota ingênua, invariavelmente, sedutora e com toque levemente sexy. Acho que o universo masculino fez o resto, e também o cinema americano, que era muito machista na época. O Pecado... é o filme de onde foi tirada a ideia de produzir a fotografia do vento do metrô levantando o vestido, fotos que que projetaram o mito.
Nasci em 1953, ano que a Marilyn fez sua primeira capa de Playboy nos Estados Unidos. Saí do interior com 16 anos, e o cinema da minha cidade, apenas um, passava poucos filmes, o que era o evento principal dos fins de semana. Meu contato com o mito aconteceu a partir de minha decisão de ser um fotógrafo profissional, 1975. 
Em 1994, o Baile Municipal de Porto Alegre, na Sogipa, precisou de uma fotografia ser produzida com a modelo Rainha do Baile, criado pelo Cesar Crob. Grandes momentos! Na época, eu estava superenvolvido com a Playboy, motivo pelo qual, fui convidado a produzir a foto, inspirada no famoso movimento do vento. Usamos um vestido vermelho, também inspirado na personagem da atriz e modelo Kelly Lebrock, do filme A Dama de Vermelho. Foi para mim a melhor representação da ideia original feita em filme até hoje.
Hoje quando, na fotografia profissional, alguém fala "produção tipo Marilyn", tenho certeza que o difícil vai ser conseguir a modelo ou atriz, porque figurino e make up é bom, permite criatividade e muitas variações. O difícil na modelo sempre vai ser: sensualidade casualmente sexy, humor e paixão pelas câmeras. Isto, sim, é o que permanece até hoje. A "imagem" é tão forte que superou os escândalos e tropeços da vida pessoal. 
Andy Warhol, imortalizou seu rosto com sorriso maroto e sexy, na pop art. Eu, como fotógrafo, sempre procuro modelos que, quando fotografados, contribuam com expressões e atitudes conseguindo, ou buscando o "diferente". Procuro fazer meu trabalho sem textos e legendas, quando consigo que a imagem fale por si, sinto que consegui realizar algo bom.
ÉDISON SOARES, estilista de cabelosO mito Marylin Monroe parece permanecer ainda vivo na imaginação das mulheres. Ainda hoje, elas bebem dessa fonte, ao escolher para si tons claros. Cortar e platinar os cabelos representava, nos anos 40, 50 e 60, atitude de consagração da sensualidade feminina universal. Sem esquecer que o que dá ainda mais sentido a esse cabelo sensual é o olhar masculino. 
A partir de seu trabalho no cinema, Marilyn pôde enfatizar a femme fatale, e o cabelo é talvez a forma mais concreta de expressão desse papel feminino. Nos dias de hoje, praticamente todas as mulheres que ousam clarear seus cabelos, de uma forma ou de outra, foram influenciadas pelo fenômeno: um cabelo loiro é causador.  Ser percebida, ficar mais exposta, chamar a atenção. Quando Marylin mudou o visual, com cara angelical e ar inocente, surpreendeu a si própria e a todos, pois passou de menina humilde a um símbolo da humanidade, atraindo a atenção de todos - assim como também a inveja. 
Isso, hoje em dia, também tem seu papel. Dependendo de como uma mulher muda a cor e o corte do cabelo, pode se tornar uma pessoa interessante ou não. Marylin soube de uma maneira inovadora aproveitar bem tudo isso, usando um cabelo mais curto e com um tom platinado, mesmo que obtido na nona tentativa. Conseguiu harmonizar seu visual de corpo e cabelo com impacto em todos, não só dos homens.  Eu, como estilista de cabelos, reconheço toda sua parcela de contribuição, pois ainda hoje escuto clientes pedirem um cabelo especial, algo para mudar radical, um cabelo Marylin Monroe. Isso não é o máximo?
DONNA ZH ONLINE



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Prancheta para Desenho - Faça Você Mesmo.

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Prancheta para Desenho - Faça Você Mesmo.


Autor: Betto Coutinho

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Encontrei na net e resolvi compartilha-lo com os meus leitores, já que, neste momento estou à procura de uma mesa para desenho. E, meu tio esta com vontade de fazer uma para mim. O material técnico é bem caro, então, essa com certeza é uma boa ideia!



Não foi eu quem fez esta prancheta. Estou fazendo o curso Técnico de Design de Interiores e, necessito desta prancheta. Meu tio gostaria de fazer, então procurei um tutorial na net e encontrei no blog do amigo Betto Coutinho , o mérito é todo dele.
A única coisa que já fiz foi uma casa de bonecas, que já postei aqui no blog .

Quem quiser fazer a sua prancheta poderá baixar o desenho esquemático dela no fim do tópico com todas as medidas prontas , está em formato PDF. 

Material:

_ 3 tábuas de Pinus de 3m x 10cm x 2cm cada ( mas você pode usar qualquer madeira que seja resistente e boa de trabalhar, a escolha é sua )
_12 parafusos de 2 pol. com tampinhas para acabamento (as tampinhas são opcionais)
_ 4 parafusos sextavados 5/16 de 4cm + 8 porcas
_ 2 parafusos sextavados 5/16 de 8cm + 2 porcas
_ 16 arruelas 5/16
_ 8 parafusos pequenos de 3/4
_1 perfil (cantoneira) de alumínio de 1,40m com 5cm x 3cm ( ou aproximado ) que será cortado em duas partes de 70 cm cada
_1 pedaço retangular de compensado ou mdf, de1m x 80cm
_1 par de dobradiças de metal (tipo aqueles de janela de alumínio) ou, na falta delas, um pedaço fino de corrente de 1m + 4 parafusos-ganchos pequenos

Custo final estimado : em torno de R$40,00 mais ou menos ( se eu tivesse que comprar o tampo já na medida exata o custo subiria para uns R$65,00 - ainda assim um bom negócio, este valor se aplica à data desta postagem, claro. E se vc's mandarem um marceneiro cortar as peças daí o custo pode subir para uns 80 ou 90 reais, ainda assim melhor que pagar quase 300,00!!!!)

Para a confecção da prancheta usei o que eu já dispunha em casa, no  meu pequeno arsenal de ferramentas :  
Makita, serra tico-tico, furadeira, lixa pra madeira nº80 e 100, trena, nível, chaves de fenda etc etc

Claro que você pode encomendar a um marceneiro que pelo menos corte todas as peças previamente para que você mesmo monte o resto em casa, e só para cortar não sairá caro.


ATENÇÃO!!!

Se você possuir as ferramentas citadas acima, ótimo, lembrando que TODO CUIDADO É POUCO ao lidar com essas ferramentas e QUALQUER DESCUIDO pode resultar em AMPUTAÇÕES OU MUTILAÇÕES PERMANENTES. Portanto, se não souber usar --- NÃO USE!!!!!!!
Contrate um profissional para fazer!!!



Inicialmente cortei a primeira tábua em dois pedaços de 1,20m cada, em seguida cortei a segunda tábua em 2 partes de 90 cm cada.
Em seguida, como cada tábua tem 10cm de largura, tive que cortar cada parte de um canto a outro deixando com 8 cm cada, e lixei-as logo em seguida.




Com o auxílio do compasso, tracei um semi-círculo em uma das extremidades de cada parte, deixando-as com esse aspecto de palitos de picolé. Usei  a tico-tico pra isso. 

Cortei a terceira tábua em 3 partes de 70cm, 70cm e 66cm respectivamente, para fazer as partes que iriam unir as 'pernas' da prancheta.
Uma dica quanto aos parafusos - depois de furar as tábuas nos lugares correspondentes, passe a rosca de cada parafuso em sabão ou sabonete, isso facilitará a colocação deles.








Depois de cada parte devidamente parafusada, montei a parte traseira com os parafusos 5/16 de 8cm, colocando uma arruela entre as madeiras para facilitar o movimento do conjunto.




O cavalete fechado deve ter esse aspecto - fechar e abrir sem dificuldade alguma!!
Notem que as partes que unem cada perna não ficaram todas na mesma posição - a da frente (70cm) ficou rente às pernas dianteiras, a de trás ( 70cm) ficou passando 2cm em cada lado e a de cima (66cm) ficou mais para dentro, na parte interna das pernas dianteiras.


Tracei linhas em diagonal, nas pernas, para poder deixar a prancheta apoiada no chão para quando ela estivesse montada. Deitei o cavalete no chão, parafusado e apertado para poder riscar a medida certa.



Uma parte cabulosa foi fazer os dois 'braços' que regulam o tampo da mesa - para isso cortei dois pedaços de 50cm x 5cm cada, dos pedaços de madeira que sobraram dos cortes anteriores.
Furei cada extremidade para deixar o espaço para a serra tico-tico entrar - o corte interno deve ter 8 milímetros - este corte permitirá a regulagem do conjunto quando finalmente montado. Como a tico-tico trepida muito, é necessário cortar bem devagar para não estragar a peça.





Usei o primeiro pedaço como gabarito para traçar o segundo em outra parte separada, refazendo todo o processo de medição, corte e lixamento.




Uma prévia da mesa quase terminada e logo abaixo, o detalhe do parafuso que prende  o conjunto todo





Usei uma corrente fina que estava guardada há um tempo no meio das minhas tralhas, notem a disposição do parafuso-gancho na parte inferior, ele deverá ficar esticado quando montado. O ideal seria usar dobradiças, como as que tem em janelas de alumínio, mas não encontrei para comprar no bairro onde moro.


Uma pequena prévia da futura prancheta - o modo como montei o perfil está ERRADO, na imagem abaixo está o modo correto de montar o perfil e a correta posição da CORRENTE.

MODO CORRETO para  montagem do perfil no regulador


Posição correta de montagem da corrente, para que não interfira no fechamento do cavalete
 A parte mais trabalhosa foi conseguir a posição correta de colocação do perfil de alumínio, pois medi errado da primeira vez e o cavalete travava em determinado ponto quando eu o abaixava para fechar. A solução foi montar os perfis um pouco mais altos para dar mobilidade ao cavalete e ele ficasse funcional - para abrir e fechar com tranquilidade, ou o melhor que pudesse ficar. E também a parte do regulador de altura tem que estar na posição correta, que é fora do perfil, como poderão notar na imagem acima!!




 Ao montar os perfis , certifique-se que eles estejam na posição correta com o auxílio donível - só depois marque a posição correta dos furos.
Para a colocação do tampo, será necessário que tudo esteja em seu devido lugar, aparafusado e apertado - vire o cavalete de ponta cabeça em cima do tampo e coloque os parafusinhos de 3/4 nos seus devidos lugares. Dê preferência aos mais grossos na hora da compra.
Com o cavalete virado , meça o lugar correto onde os perfis serão parafusados para que todo o conjunto fique centralizado.
Durante o tutorial você pode ter se perguntado: "_Mas para quê tanta arruela, Betto?"
Em alguns pontos, durante a montagem, você precisará espaçar algumas distâncias entre os componentes do cavalete, e talvez uma única arruela não seja suficiente, se fizer de um lado invariavelmente terá que fazer do outro e daí o espaço é quem vai ''dizer'' se serão uma , duas ou três arruelas, entenderam?




Cavalete montado e pronto para o uso!
Como ele é um pouco alto ( 103cm de altura - essa medida eu peguei do site da própria Trident ) fica ao seu cargo comprar agora o banco de medida certa para desenhar. Ou aquelas cadeiras com rodas que são usadas em escritórios, mas talvez vocês tenham que cortar um pouco o cavalete embaixo, para dar a altura certa.

Quando o cavalete estiver pronto, compre um pedaço de napa branca de 1,20 m X  1m, um pacote de tachinhas e encape sua prancheta - isso dará um ar mais profissional à sua obra.

Vocês também podem modificar o projeto, melhorando-o. O que vale é a criatividade.


Download - (o arquivo do projeto está compactado - não tem descompactador? Baixe-o AQUI )






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