04 maio 2012

Inspire-se no estilo de Audrey Hepburn

Inspire-se no estilo de Audrey Hepburn, diva do cinema e ícone fashion que completaria 83 anos nesta sexta-feira

































       










Audrey Kathleen Ruston, conhecida internacionalmente por Audrey Hepburn (Ixelles4 de maio de 1929 — Tolochenaz, 20 de janeiro de 1993), foi uma premiada atrizmodelo ehumanista belga, radicada na Inglaterra e Países Baixos, eleita em 2009 a atriz deHollywood mais bonita da história. É considerada um ícone de estilo e a terceira maior lenda feminina do cinema, de acordo com o American Film Institute.
Hepburn estrelou diversos filmes, entre eles Bonequinha de Luxo e A Princesa e o Plebeu, filme que lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz, além de indicações ao Globo de Ouro, ao BAFTA e ao NYFCC Award. Foi a quinta artista, e a terceira mulher, a conseguir ganhar as quatro principais premiações do entretenimento norte-americano, o EGOT - acrônimo deEmmyGrammyOscar e Tony.
Em 08 de fevereiro de 1960, ganhou uma estrela na Calçada da fama de Hollywood, em homenagem a sua dedicação e contribuição ao cinema mundial. Sua morte se deu em virtude de um câncer de âpendice, em 20 de janeiro de 1993, na cidade de Tolochenaz,Suíça.

Nascia Audrey Kathleen Ruston, era a única filha de Joseph Anthony Ruston (um banqueiro britânico-irlandês) e Ella van Heemstra (uma baronesa holandesa descendente de reis ingleses e franceses). Seu pai anexou o sobrenome Hepburn, e Audrey se tornouAudrey Hepburn-Ruston. Tinha dois meio-irmãos, Alexander e Ian Quarles van Ufford, do primeiro casamento da sua mãe com um nobre holandês.

Os pais de Audrey se divorciaram quando ela tinha 9 anos. Para manter a jovem afastada das brigas familiares, sua mãe enviou-a para um internato na Inglaterra, onde ela se apaixonou pela dança, aprendendo balé. Todavia, em 1939 estouraria a Segunda Guerra Mundial, e a Inglaterra declarou guerra à Alemanha. A mãe de Audrey decidiu então levá-la para viver na Holanda, país neutro que - ela imaginava - não seria invadido pelos alemães. Os protestos de Audrey não foram suficientes: a menina queria continuar na Inglaterra, mas a mãe temia que cidade de Londres fosse bombardeada. Além disso, as viagens estavam escassas, e a baronesa temia ficar muito tempo sem ver a filha.
A situação na Holanda foi bem diferente da planejada. Com a invasão nazista, a vida da família foi tomada por uma série de privações. Audrey teve muitas vezes de comer folhas de tulipa para sobreviver. Envolvida com a Resistência, muitos de seus parentes seriam mortos na sua frente. Ela participaria de espetáculos clandestinos de balé para angariar fundos e levaria mensagens secretas em suas sapatilhas. Anos mais tarde recusaria o papel deAnne Frank no cinema.
Com o fim da Guerra, Audrey e sua mãe mudaram-se para a Inglaterra, onde ingressou na prestigiada escola de dança Marie Lambert. Mas sua professora foi categórica: ela era alta demais e não tinha talento suficiente para tornar-se uma bailarina prima. Desiludida, passou a trabalhar como corista e modelo fotográfica para garantir o sustento da família.
Foi neste ponto que decidiu investir em outra área: a atuação. Sua estreia foi no documentário Dutch in Seven Lessons, seguido por uma série de pequenos filmes. Em 1952, viajou para a França para a gravação deMontercarlo Baby, e foi vista no saguão do hotel em que estava hospedada com o elenco pela escritora Collette. Naquele momento, Collette trabalhava com a montagem para a Broadway da peça Gigi, cujo papel-título ainda não tinha intérprete. Encantada com Audrey, decidiu que ela seria a sua Gigi.
As críticas para Gigi não foram de todo favoráveis, mas era opinião geral que aquela desconhecida que interpretava o papel principal era destinada ao sucesso.
Pouco tempo após o encontro com Collette, Audrey participou de uma audição para o filme A Princesa e o Plebeu. Encantado com a atriz, o diretor William Wyler escalou-a para viver a Princesa Ann, dividindo a cena com Gregory Peck, que também surpreendeu-se com o talento da companheira.
O sucesso da produção foi também o de Audrey. Hollywood amou-a imediatamente e a agraciou com o Oscar de Melhor Atriz.
Três dias após a cerimônia do Oscar, recebeu o Tony por sua atuação em Ondine. A peça fora uma sugestão de Mel Ferrer, por quem se apaixonaria durante a temporada na Broadway. Os dois foram apresentados por Gregory Peck em uma festa em 1954 e se casaram em setembro daquele ano. Audrey também faria Sabrina, que rendeu-lhe a segunda indicação ao Oscar.
O filho de Audrey e Mel, Sean, nasceria em 1960. Mas as coisas não foram fáceis até aquele momento: Audrey sofreu diversos abortos. A atriz queria mais do que tudo ser mãe, e as gravidezes falhadas deixaram-na extremamente deprimida. Para animar a esposa, Mel sugeria que trabalhasse. Eles gravaram juntos Guerra e Paz, e ela estrelaria três comédias-românticas (Cinderela em ParisAmor na Tarde e A Flor que não morreu), um drama (Uma cruz a beira do abismo, que rendeu-lhe a terceira indicação ao Oscar e afastou qualquer dúvida sobre seu talento) e um faroeste (O passado não perdoa).
Após um ano e meio de licença-maternidade, voltou a Hollywood para estrelar Bonequinha de Luxo, em um papel que a transformaria em um ícone e pelo qual seria lembrada para sempre. Por viver a prostituta de luxo Holly Golightly ela receberia sua quarta indicação ao Oscar. Pouco tempo depois filmou InfâmiaCharada e Quando Paris alucina.
Em 1963, recebeu o papel principal do musical My fair lady, o da vendedora de flores Eliza Doolittle. Entretanto, a voz de Audrey não foi utilizada durante as canções, sendo dublada. Isso deixou a atriz extremamente aborrecida e fez com que abandonasse as gravações por um dia. Audrey não foi indicada ao Oscar por esse papel - fato que até hoje é considerado uma injustiça - devido à dublagem e também pela não-escolha de Julie Andrews (que interpretara Eliza na Broadway) para o papel. Andrews ganharia o Oscar daquele ano por seu papel em Mary Poppins.
Em seguida gravaria Como roubar um milhão de dólaresUm caminho a dois e Um clarão nas trevas, este último dirigido por seu esposo em uma falha tentativa de salvar seu casamento. Audrey Hepburn e Mel Ferrer se divorciaram em dezembro de 1968.
Ela decidiu parar de atuar e se casaria novamente apenas seis semanas após o divórcio, com o psiquiatra italiano Andrea Dotti, que conheceu em um iate. Audrey deu à luz o seu segundo filho, Luca Dotti, em 1970. O casal morou por um ano em Roma, para em seguida a atriz ir viver na Suíça com os dois filhos.
Decidiria voltar a atuar em 1976, estrelando Robin e Marian. Três anos mais tarde retornaria à cena em A herdeira.
Pediu o divórcio em 1980 e o processo se formalizou em 1982. Neste período, gravou Muito riso e muito alegria, e no fim das filmagens conheceu Robert Wolders. Tornaram-se grandes amigos e viveram juntos até a morte de Audrey.
Em 1987 deu início ao seu mais importante trabalho: o de Embaixatriz da Unicef. Audrey, tendo sido vítima da guerra, sentiu-se em débito com a organização, pois foi o "United Nations Relief and Rehabitation Administration" (que deu origem à UNICEF) que chegou com comida e suprimentos após o término da Segunda Guerra Mundial, salvando sua vida. Ela passaria o ano de 1988 viajando, viagens estas que foram facilitadas por seu domínio de línguas (Audrey falava fluentemente francês, italiano, inglês, neerlandês e espanhol).
Em 1989 faria uma participação especial como um anjo em Além da eternidade. Este seria seu último filme. Audrey passaria seus últimos anos em incansáveis missões pela Unicef, visitando países, dando palestras e promovendo concertos com causas.
Em 1993 foi diagnosticada com câncer de apêndice,que espalhou-se para o cólon. Faleceu às 7 horas da noite de 20 de janeiro de 1993, aos 63 anos. Encontra-se sepultada no Cemitério Tolochenaz, Tolochenaz, Vaud na Suiça.
No ano de 2000 foi lançado o filme The Audrey Hepburn Story, uma homenagem a Audrey que gerou críticas da mídia e de fãs, devido à escolha de Jennifer Love Hewitt para o papel principal. O anime REC, faz muitas referências à Audrey Hepburn, inclusive sua personagem principal (Onda Aka) é sua fã declarada, e sonha em um dia ter uma voz como a dela. Além disso, todos os episódios tem nomes baseados em seus filmes.




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Vinho (ou Burgundy), uma cor para o Inverno!


Esse tom de vermelho escuro mais fechado me conquistou na primeira olhada nas passarelas do Fashion Rio. Chamado de Burgundy, só que mais conhecido pela gente por vinho mesmo, ele sai do comum, ao mesmo tempo em que é perfeito para o inverno.  Eu adoro esta cor, possuo um vestido casaco nesta cor!
Para quem gosta dos tons mais sóbrios, podemos combinar com lindas produções bem invernais.
Como combinar?
- Com os certeiros tons mais neutros como o branco, preto, tons de cinza, terrosos.
- Atualizando o color blocking para o inverno, misturando com tons como o mostarda, verde e laranja.
- Criando um look tom sobre tom, misturando o vinho com outros tons de vermelho ou rosa.
- Misturando com estampas, como poás, listras, étnicos e floridos. Dá um plus na produção.
E vocês, gostam do tom? Como usam ou usariam?
Fotos: Zé Takahashi (Fotosite) e Reprodução.


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Haven't we seen that somewhere before? Kate Moss recycles rope used by David Beckham in Armani campaign for her 39th Vogue cover



Eagle-eyed followers of fashion noticed something distinctly familiar about the June cover of Vogue magazine when it was unveiled this week. 
The cover, Kate's 39th for the fashion bible, featured the Croydon-born model star as an 'Olympic goddess' for Vogue's gold issue. 
Wearing a gold and white Versace dress and gold crescent-shaped Kara Ross earrings, she poses with a thick coil of rope wrapped around her body.  
But it soon transpired that the Croydon-born supermodel was not the first global icon to have wrapped their limbs around the prop. 
American, French, Chinese and British are among the editions of Vogue that will start following the new guidelines with their June issues
Look familiar? Kate's cover for Vogue's gold issue saw the model pose with a thick coil of rope wrapped around her body - the same as was used in David Beckham's Armani campaign in 2009
Back in 2009, the same rope was used in the Armani campaign, where it was wound round the well-oiled limbs of one David Beckham. 
It also featured in another shot, where Victoria and David posed entwined on top of its coils. 
The coincidence becomes rather less uncanny, however, when one considers that both photoshoots were the work of the same photographic duo. 
Mert Alas and Marcus Piggott were behind both this month's Vogue cover, and were also the creative brains behind the Beckhams' Armani advert - and clearly they were rather fond of the aesthetic effect of the rope.
The highly acclaimed two are some of the most sought-after snappers of our time, and are widely credited with shaping the look and feel of fashion photography over the past decade. 
Their work has featured innumerable times in Vogue and other magazines and, as well as working with such high profile names as Madonna, Scarlett Johansson and Kylie Minogue, Alas and Piggott have shot campaigns for Louis Vuitton, Miu Miu, Givenchy and Roberto Cavalli, among others.  
the glossy cover shot is supplemented by a glossy fashion shoot inside the magazine. 
All tied up: David Beckham struck a similar pose for his Armani advert back in 2009, shot by the same photographers who worked on Kate's Vogue cover
All tied up: David Beckham struck a similar pose for his Armani advert back in 2009, shot by the same photographers who worked on Kate's Vogue cover
Enlarge Emporio Armani AUTUMN WINTER 2009-10 David Beckham Victoria Beckham
Well oiled: Victoria Beckham sits astride her husband David on top of the huge rope for the 2009 campaign for  Emporio Armani underwear

http://www.dailymail.co.uk/femail/article-2139608/Kate-Moss-recycles-rope-used-David-Beckham-Armani-campaign-39th-Vogue-cover.html



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