19 fevereiro 2010
Rose Porto Alegre falou ao R7 sobre o temperamento do filho
Lele Siedschlag, do R7
Dourado: Segundo sua mãe, "um caubói solitário"Marcelo Dourado, do BBB10, vive falando que tem problemas para receber e dar afeto. Sua mãe, Rose Porto Alegre, que é bailarina, escritora e blogueira (tem vários blogs, um deles chamado Do Paredón ao Paredão, em que fala sobre o programa), não concorda com a opinião do filho. Ela falou com o R7 sobre o temperamento do lutador.
- Eu te juro que ouço muitas coisas que Marcelo diz e acho que ele não sabe o que está falando. Acho que ele se autodeprecia.
Segundo ela, isso acontece porque a pressão que ele está sofrendo na casa é muito forte.
- Ele está convivendo numa casa com pessoas inescrupulosas, e tem uma certa resistência... Particularmente acho isso que ele disse, de não ser afetuoso, um absurdo. Eu vejo o Brasil inteiro amando ele! Ele é, na verdade, um caubói solitário.
Rose falou também sobre as mudanças que consegue enxergar no filho, que nasceu no Chile, quando os pais eram exilados políticos (por isso, inclusive, o nome de seu blog).
- Tem uma parte da educação do Marcelo de que eu não fiz parte, uma ode ao masculino, que eu acho que tá caindo... E nele vem crescendo um grande amor aos animais, por exemplo. Quando ele entrou no primeiro BBB falou que homem que é homem não bate em mulher e não maltrata animal. O coração dele está se abrindo, mas de alguma maneira ele tem que se defender, e se afasta. O pai dele foi barbaramente torturado alguns meses antes de ele nascer, e acredito que isso marca. Eu só quero que ele seja feliz.
http://entretenimento.r7.com/famosos-e-tv/noticias/-marcelo-e-um-cauboi-solitario-diz-mae-de-dourado-20100208.html
Mãe de Dourado diz que “sente” que o prêmio é do filhão
Enquanto o polêmico gaúcho Marcelo Dourado luta contra a rejeição e as críticas dentro da casa do Big Brother Brasil, aqui do lado de fora uma torcedora especial está confiante de que o prêmio milionário vem para o Sul. Rose de Portto Alegre, mãe de Dourado, diz que o filhão é isso mesmo que se vê no programa: um cara autêntico, cheio de personalidade e que não abre mão de seus valores para conquistar a aceitação.
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- Ele é filho de dois caras da resistência na Ditadura, é essa rebeldia e essa irreverência. Um cara tranquilão, quieto, mas que, quando tem que sair pra luta, vai! Um cara que valoriza a honra e que quebra a cara feio para não abrir mão do que acredita - contou Rose ao Diário Gaúcho.
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Na torcida pelo filhão, que tenta pela segunda vez ficar milionário no BBB, Rose avalia o quanto o filho mudou desde a sua primeira participação em 2004.
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- O Marcelo do primeiro BBB era um menino mimado pela vó e pela tia, tinha todos os amigos, os “machinhos” em volta no Menino Deus. Hoje, ele é o Marcelo que mora no Rio, que quebrou a cara do outro lado do mundo, o Marcelo homem.
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E Rose, que é astróloga, está otimista e cheia de intuições:
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- Desde que ele falou que estava indo, eu senti que o R$ 1,5 milhão era dele. Foi uma intuição muito forte, que acontece poucas vezes na vida - declarou.
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> Matéria de Cristiane Bazilio publicada no Diário Gaúcho desta quinta-feira.
18 fevereiro 2010
A alegria do lutador Marcelo Dourado, escolhido pela ex-Miss Joseane de Oliveira, para voltar ao BBB tem explicação. Antes de receber o convite para retornar à atração, o gaúcho passou uma temporada de seis meses trabalhando como operário em uma fábrica de frutas na Nova Zelândia. Amigos do polêmico brother contam que Dourado sofreu com a falta de dinheiro do outro lado do mundo."Ele ralou muito lá. Na verdade, ele não estava conseguindo participar de muitas lutas aqui no Brasil e foi para a Nova Zelândia trabalhar como barman e segurança. Mas o emprego não dava um bom retorno e para ganhar mais teve que trabalhar com a comercialização de frutas. Ele era responsável pela seleção de frutas que seguiam para o consumo", explicou um amigo do lutador, Gabriel Reis. Após a tentativa fracassada de trabalhar na Nova Zelândia, Marcelo Dourado retornou para o Brasil e passou a trabalhar como professor de boxe em academias da Zona Sul e da Zona Oeste do Rio de Janeiro.A amiga e empresária Aline Antonoff conta que anos depois de participar do BBB4, Dourado bateu na porta de muitas academias em busca de emprego. "Ele saía com vários currículos embaixo do braço e ia batendo na porta das academias oferecendo seus serviços. Mesmo seis anos depois de participar do BBB ele ainda era lembrado pelas pessoas, que lotavam suas aulas de boxe", contou Aline.Aline diz ainda que Dourado encarou a proposta de retornar ao BBB como uma tentativa de mostrar às pessoas que mudou. "Na primeira vez, ele ficou marcado como um cara bad boy. Mas na verdade ele amadureceu muito e merece ser valorizado por sua inteligência. Ele lê muito sobre história e tem uma conversa interessante" defendeu a amiga.Dourado parece ter voltado mesmo inspirado ao BBB 10. O lutador conversou e polemizou com os outros brothers da casa sobre o símbolo da suástica, a história dos samurais e até mesmo as pinturas de Boticelli. Apesar de querer mostrar seu lado culto, o rapaz ainda é visto pelos outros participantes da casa como um encrenqueiro. Dourado foi o principal alvo dos confinados, mas, salvo pelo colar de anjo doado por Joseane, não pode ser votado."Infelizmente não sei se ele consegue chegar à final por justamente as pessoas acharem que ele já teve sua chance. Mas ele sem dúvida merece esse prêmio de R$ 1,5 milhão do programa", declara Gabriel. A amiga Aline, que é casada com um colega de infância de Dourado, admite que o lutador já tem planos para quando sair da casa. "Ele vai tentar voltar a competir torneios de vale tudo. Ultimamente, ele não estava conseguindo conciliar os treinos com o emprego e talvez, ele agora tenha de novo essa oportunidade", finaliza Aline. Procurado pela equipe do TC, o pai de Marcelo Dourado, conhecido pelo mesmo apelido, preferiu não comentar a participação do fiho no programa. Ele disse que tem problemas no coração e evita assistir ao reality.
http://yahoo.tecontei.com.br/bbb/ele-ralou-68329.html
Retiraram o BigFone pois o Dourado estava tentando fazer conexão dial-up por ele.
Se o Dourado for para o paredão com ele mesmo, quem sai é o Bial.Dourado mata dois cajados numa coelhada só.
Se Dourado fosse o Boninho, o programa se chamaria "Jogos Mortais"
Antes de dormir o bicho-papão olha em baixo da cama pra ver se o Dourado não esta lá.
Dragon Ball acabou porque Marcelo Dourado queria ser o próximo Vilão.
Marcelo Dourado não pula. Empurra a terra com suas pernas.
O Sol tem aquela cor porque reflete Marcelo Dourado.Um dia, Marcelo Dourado resolveu quicar pedrinhas na água, abriu-se o Mar VermelhoQuando Elieser vai dormir, ele deixa a luz acesa com medo do Marcelo Dourado.
Dourado nunca é eliminado, ninguém tem coragem de fazê-lo.
Mas foi tirado porque qualquer botão apertado fazia ele dar um soco e matar o adversário.
Se Marcelo Dourado ainda não eliminou ninguém, é porque o jogo ainda não começou.
Uma vez tentaram eliminar o Dourado. Uma vez.
DOURADO QUANDO VAI PARA O PAREDÃO TRIPLO FICA NA CASA E AINDA ELIMINA OS OUTROS DOIS!
Traumatologistas são médicos especializados em tratar pessoas que votam contra Marcelo Dourado.
Os dinossauros foram extintos depois que Dourado resolveu usar suas estalecas e fazer um churrasco na casa do BBB.
Dourado compra ações da bolsa com estalecas.O pão que o diabo amassou foi feito por Marcelo Dourado.
O Tesouro Nacional foi criado para que Marcelo Dourado guardasse suas estalecas.
Boninho não visita a casa do BBB com medo de Marcelo Dourado.
Marcelo Dourado comprou o Manchester City e o Chelsea, com estalecas.
Saddam Hussein foi condenado à morte depois de ser eliminado de um paredão contendo Marcelo Dourado.
Marcelo Dourado mandou o Capitão nascimento sair da disputa pela vaga no BBB10 e foi aceito.
Certa vez o Dourado enfiou uma faca no próprio olho. A faca ficou cega.Marcelo Dourado não lê livros, ele os tortura até conseguir toda informação que precisa.
Quando Marcelo Dourado está no confessionário, até Pedro Bial vira opção de voto.
O bigfone toca, o Dourado atende: Alô… A voz diz: Desculpe, foi engano.
Quando o Dourado for morrer ele vai falar: Eu tenho o poder supremo, quero que o Eliéser morra.
O lado feminino de Marcelo Dourado é uma lésbica caminhoneira.
Dourado é capaz de usar copiar (ctrl+c) e colar (ctrl+v) em uma máquina de escrever
.Quando tiraram o Marcelo Dourado da outra ediçao, Roberto Marinho morreu.
Marcelo Dourado saiu da Casa por 2 dias e ninguém percebeu.
Marcelo Dourado não chupa picolé, ele come.Quando Dourado vai pro paredão ele que elimina o Brasil.
Dourado desliga a TV de plasma quando enche o saco do Bial.
Marcelo Dourado fez parte do projeto original do jogo Mortal Kombat. Mas foi tirado porque qualquer botão apertado fazia ele dar um soco e matar o adversário.
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Adooooooroooooo Dourado! Ele tem que vencer esta edição do BBB. Alguém duvida!?
09 fevereiro 2010
05 fevereiro 2010

Quando idealizamos o Fashion Weekend Plus Size, dividimos muito bem nossas tarefas. Andrea Boschim cuidaria de todos os detalhes de produção, enquanto me esforçaria para divulgar nosso evento, as marcas e as modelos na mídia. Entre centenas de veículos que receberam nosso release, estava o Chic, site de Glória Kalil, tida como uma das maiores entendedoras de moda e boas maneiras do País.
Para minha surpresa, uma doce e educada jornalista do Chic me procurou, cadastrando-se para cobrir o FWPS. O nome dela é Yara Howe, que foi super cuidadosa entrevistando diversas modelos plus size nos bastidores e obervando todas as etapas do desfile. Yara, ao contrário de Glória Kalil, esteve presente no desfile, viu com seus próprios olhos todo o empenho e dedicação das pessoas envolvidas no FWPS e fez uma matéria muito bacana, conforme vocês podem conferir aqui.
Gloria Kalil, todavia, não compareceu. Mesmo assim, achou-se no direito de proferir comentários sobre as modelos do FWPS. Em artigo divulgado no dia 26 de janeiro, Glória Kalil inicia seu texto com a seguinte frase:
“Volto ao assunto: obesidade ou anorexia? O nome carinhoso para obesas é “fofa”, assim como o das anoréxicas é “magrinha”. As duas são anomalias e nem de longe padrão de beleza para ninguém da cultura ocidental moderna.”
Respeito a liberdade de expressão de Gloria Kalil, mas não quando é feita de forma irresponsável. Ao lado de seu texto, ela coloca a imagem de Julia Pires, de lingerie. Ou seja, dá a entender que a modelo plus size é uma anomalia. Agora eu pergunto: vocês sabem o que quer dizer a palavra anomalia? Veja alguns sentidos extraídos do dicionário Michaellis:
*Desvio acentuado de um padrão normal; anormalidade, desigualdade, irregularidade, monstruosidade.
*Aberração, exceção à regra
*Anormalidade social
Julia Pires não é uma aberração, não é um monstro e não é muito diferente de quase metade da população brasileira que, comprovadamente, tem sobrepeso ou obesidade mórbida. Ou seja, a cultura ocidental está bem mais cheinha do que enxerga os olhos e o simancol de Glória Kalil. Ela complementa o texto com a seguinte observação:
“Todo excesso, em qualquer uma das pontas, é sinal de distúrbio e, portanto, uma patologia a ser cuidada e combatida. O que eu gostaria de lembrar, porém, é que a obesidade hoje em dia é nitidamente um problema muito maior do que a magreza.”
Eu não sei em que faculdade de medicina Glória Kalil recebeu seu diploma. Não é segredo para ninguém que obesidade é sim um problema de saúde e que deve ser combatida de forma séria, para que as mulheres gordinhas sejam mais saudáveis e não para caberem em um manequim 38. Quando olhamos para uma mulher gorda, sabemos claramente que ela pode ter problemas de saúde como pressão arterial elevada e diabetes. Uma magra, nem sempre denuncia isso. Algumas acabam morrendo de anorexia, desnutridas sem que ninguém note. Portanto, medir qual o problema maior não ajuda em nada a solucionar nenhum dos casos. Não se trata de uma luta entre gordas e magras. Todas devem se cuidar.
“Saindo do cinema, passei a fazer uma enquete particular com um caderninho e lápis na mão: para cada duas de aparência de peso médio, há uma magra e quatro gordas, sendo que destas quatro, duas seriam consideradas gostosas ou popozudas. Ou seja, tem mais gorda do que magra por aí. Entre as mulheres mais velhas então, nem se fala. Para cada 10, oito são gordas (tipo sem cintura, pneu no estômago e no lombo).”
Acima, neste outro trecho, mais uma vez, Gloria Kalil se contradiz. Se o que ela ve mais nas ruas são mulheres gordas ou corpulentas, isso significa que este é o atual padrão de beleza ocidental moderno e não o elitista e preconceituoso que alguns formadores de opinião tentam empurrar nossa goela abaixo. Mas Glória Kalil não pára por aí:
“Não se trata, como querem alguns, que se aceite uma certa diversidade de pesos e tamanhos. Gente não é que nem carro, que pode ter tamanho pequeno, econômico, médio ou enorme. Há um equilíbrio saudável entre altura e peso que é o ideal da funcionalidade e da estética de um corpo que deve, sim, ser perseguido. Há, é claro, quem prefira as gostosas, outros preferem mais delgadas, mas tudo dentro de uma proporção em que qualquer tipo de a mais ou a menos não seja um absurdo.”
Gente é gente. E pode sim ter tamanho pequeno, econômico, médio e enorme. Isso se chama diversidade humana. Proporções exatas deixamos para a Matel, que fabrica Barbies. Ter altura e peso equilibrados é sim o ideal para uma vida saudável. Nos últimos meses, médicos cansaram de dizer que quando uma pessoa tem uma vida saudável, com alimentação equilibrada e pratica atividades físicas, ter ou não um IMC politicamente correto não é um problema. Ninguém deve “perseguir” um ideal de beleza. Isso só gera frustrações e desencadeia distúrbios alimentares gravíssimos. Quem define o que é saudável ou não são os médicos e em análises particulares, individuais. Consultoras de moda, mesmo que da “alta roda”, não tem este poder e competência. Vamos parar de querer tratar as pessoas por meio de revistinhas ou matérias na internet, sem conhecer seu histórico de saúde.
“Nossas modelos são lindas, altas e magras. Eu gosto. Não posso imaginar alguém colocando um só defeito numa Isabeli Fontana, por exemplo, e dizendo que ela é um cabide, sem formas e feita de ossos. Não vejo nada ali para se colocar ou tirar. O que eu gostaria que tirassem dela é a fórmula para ir buscar um corpinho igual!”
Eu também adoro a Isabelli Fontana e se fosse fácil crescer 10 cm e emagrecer 30 Kg aos 27 anos, juro que me esforçaria para alcançar este padrão. Padrão que representa apenas 1% da população brasileira. Eu não maltrato esses 1%, mas com o FWPS escolhi, ao lado de Andrea Boschim, dirigir-me aos outros 99%, sendo 50% deles de pessoas obesas ou com sobrepeso. Pessoas normais, que merecem respeito!Pessoas que fizeram da matéria de Yara Howe no site Chic de Gloria Kalil ser uma das mais lidas desta semana.
Não há de que, Glória!
=> Glória Kalil, baixou, em meu conseito!!!

Fofinhas ou magrinhas?
Gloria Kalil em 26/01/2010
Notícia
Volto ao assunto: obesidade ou anorexia? O nome carinhoso para obesas é “fofa”, assim como o das anoréxicas é “magrinha”. As duas são anomalias e nem de longe padrão de beleza para ninguém da cultura ocidental moderna.
Causaram pena e preocupação as meninas excessivamente magras que desfilaram no SPFW, assim como causaram desconforto e igual preocupação as que se aprestaram no Fashion Weekend Plus Size, evento de moda para as tamanho G e XG.Todo excesso, em qualquer uma das pontas, é sinal de distúrbio e, portanto, uma patologia a ser cuidada e combatida. O que eu gostaria de lembrar, porém, é que a obesidade hoje em dia é nitidamente um problema muito maior do que a magreza. Saindo do cinema, passei a fazer uma enquete particular com um caderninho e lápis na mão: para cada duas de aparência de peso médio, há uma magra e quatro gordas, sendo que destas quatro, duas seriam consideradas gostosas ou popozudas. Ou seja, tem mais gorda do que magra por aí. Entre as mulheres mais velhas então, nem se fala. Para cada 10, oito são gordas (tipo sem cintura, pneu no estômago e no lombo).Não se trata, como querem alguns, que se aceite uma certa diversidade de pesos e tamanhos. Gente não é que nem carro, que pode ter tamanho pequeno, econômico, médio ou enorme. Há um equilíbrio saudável entre altura e peso que é o ideal da funcionalidade e da estética de um corpo que deve, sim, ser perseguido. Há, é claro, quem prefira as gostosas, outros preferem mais delgadas, mas tudo dentro de uma proporção em que qualquer tipo de a mais ou a menos não seja um absurdo.Nossas modelos são lindas, altas e magras. Eu gosto. Não posso imaginar alguém colocando um só defeito numa Isabeli Fontana, por exemplo, e dizendo que ela é um cabide, sem formas e feita de ossos. Não vejo nada ali para se colocar ou tirar. O que eu gostaria que tirassem dela é a fórmula para ir buscar um corpinho igual!
31 janeiro 2010
17 janeiro 2010
Segundo o Larousse Cultural, a palavra “gordo” origina-se do latim “gordus”, que quer dizer grosseiro e estúpido. Portanto, nem toda pessoa acima do peso é grosseiro ou estúpido o que torna essa palavra completamente pejorativa, ofensiva e dispensável.
http://recantodasletras.uol.com.br/artigos/2011864
Abril 19UTC 2009...14:48
Keila Silveira comprova que as gordinhas arrasam na dança do ventre. Basta querer!

Não é fácil sair do sedentarismo e permitir se entregar à uma nova arte e a um novo estilo de vida. Para quem tem mais de 100 Kg, se imaginar com uma roupa de dançarina do ventre, se apresentando com charme, sensualidade e elegância, pode ser difícil de se concretizar, um sonho distante. Para Keila Silveira, 28 anos, 1,70m e atualmente 85 Kg, isso é realidade. Há quase três anos ela pratica a dança, quebrou tabus, venceu a depressão, perdeu 15 Kg, e deixou o queixo de muita magrinha caído no chão com sua técnica apurada e movimentos graciosos.
Ela ainda não se considera profissional, faz curso com Lulu Sabogi, que considera uma das melhores professoras de dança do ventre do Brasil, mas já dá aulas e coreografa para grupos em Campo Grande, sua cidade. Keila também é graduada em letras, cursa psicologia e faz pós graduação em gestão de pessoas.
Quer saber mais? Então confira a entrevista abaixo. Quem sabe você não se anima e começa a dançar também?
Mulherão – Como surgiu a vontade de fazer dança do ventre?
Keila - Sempre me interessei pela dança, mas os horários e a situação financeira não me permitiam. Um dia uma amiga me convidou, disse que queria companhia. O convite tinha outros motivos: eu pesava quase 100 Kg, havia acabado de sair de um relacionamento de quase 4 anos, tomava anti-depressivos que detonavam minha libido, não queria mais sair de casa, não sentia prazer em nada, só queria mesmo era chorar, dormir e comer.
Mulherão – Como foram as primeiras aulas?
Keila – Eu me sentia ridícula e que todos iam ficar rindo da minha cara. Mesmo com a vontade de fazer a dança, ficava incomodada com o espelho da sala de aula, ia de calça e camiseta. Não houve milagre. Foi só com o passar do tempo que passei a me ver diferente, a me admirar, e foi aí que o mundo mudou para mim.
Mulherão – Ser gordinha atrapalha ou ajuda na hora de dançar?
Keila – Já vi pessoas comentarem que as gordinhas são mais lentas, desajeitadas, não têm fôlego para dançar muito tempo e que sofrem dos joelhos. Qualquer pessoa de vida sedentária tem essa dificuldade no começo, gorda ou magra. Sinceramente, o que mais atrapalha é a nossa mente, sejamos gordas ou magras. Se você se empenha, gosta do que faz, algo bom tem de sair daí, nós é que estragamos quando não nos consideramos capazes. Ser gordinha me atrapalhava quando eu me sentia feia, achava que iriam rir da minha dança e tantas outras neuras que eu tinha. Só que ser gordinha deixa alguns movimentos muito mais graciosos, coisas que as muito magras sofrem para fazer aparecer.
Mulherão - Culturalmente, as dançarinas do ventre do oriente são mais gordinhas ou magras?
Keila - Tradicionalmente, os árabes valorizam as mulheres “avantajadas”, é uma questão cultural: sinal de saúde, nobreza e que ela seria uma ótima mãe. Uma das bailarinas mais famosas, Fifi Abdo, tem um corpo lindo, mas não está dentro dos padrões ocidentais e esses, infelizmente, têm influenciado no corpo das bailarinas do mundo todo. Hoje, comercialmente falando, há muito preconceito com as gordinhas. Não importa se arrasam, o que importa é que é gorda. Se é magra, pode ser uma dançarina ruim, mas é magra.
Mulherão – Você já sentiu preconceito por ser gordinha ao se apresentar?
Keila – Várias vezes, como quando estou entrando e algumas pessoas fazem aquela cara de “o que essa gorda pensa que vai fazer?”. Aliás, adoro desfazer essas caras quando mostro o que sei fazer. Quando comecei, não havia outras gordinhas no studio onde faço, elas foram chegando depois e muitas vinham me elogiar, dizendo que se animaram ao me ver, que não se sentiam bem, afinal, é difícil você ficar num lugar onde não se identifica com ninguém. Ouvi coisas desagradáveis, mas não desisti. Hoje, pouquíssimas vezes sinto algum preconceito, mas aprendi que os outros eu não posso ir lá e mudar, se eu tentar fazer isso, sempre vou me frustrar. Mas se eu mudo a mim, se deixo de fazer me sentindo feia e me entregando de alma e coração, tudo flui, e posso não mudar o mundo, mas se isso influenciar uma ou outra cabecinha vazia e fizer uma gordinha sequer se sentir linda e sensual, já fico feliz.
Mulherão – Que conselho você daria ás meninas que desejam se iniciar na dança do ventre?
Keila- Dance. Se você sente vergonha ou medo, saiba que o que determina o nosso modo de agir não é a realidade existente, mas aquilo em que cremos e que, para nós, é a verdade. Se sempre pensar “sou gorda, isto não é para mim”, então não vai ser mesmo, não pelos outros, mas porque você acredita nisso. Permita-se viver essa experiência, imagine-se fazendo, é a nossa imaginação que controla o mundo.
http://mulherao.wordpress.com/2009/04/19/keila-silveira-comprova-que-as-gordinhas-arrasam-na-danca-do-ventre-basta-querer/
Janeiro 15UTC 2010
Passarela com curvas
Artigo sobre a importância do Fashion Weekend Plus Size, gentilmente escrito por William Douglas, juiz federal, professor e escritor
Mayara Russi e Bianca Raya – as duas tops integram o casting do FWPS
Fico me perguntando como deveriam sofrer as mulheres magrinhas naquela época em que os pintores consideravam musas apenas as mulheres mais portentosas. É… os tempos mudam! Veio o tempo das modelos altas e magras, e até mesmo o das macérrimas, anoréxicas, literalmente morrendo de fome. Mas o pior da modernidade nem foi isso, mas o photoshop: esse recurso tecnológico que leva a todos os não “photoshopizados” a sensação de feiura, débito plástico e imperfeição física. Quantas pessoas não se sentiram feias na hora da nudez só porque a nudez, ou semi-nudez, da mídia não é sincera? Quantas não são as modelos e atrizes que, mesmo nuas, ou semi-nuas, estão a vestir na pele inteira o photoshop?
Devia haver uma lei proibindo o photoshop, talvez, para redimir a autoestima dos homens e mulheres que não andam nas capas das revistas.
Quantos meninos e meninas andam fazendo bobagens, ou operações, para se colocarem no formato adequado, como se a raça humana fosse assim: peças de encaixar, como ovos padronizados que precisam ficar no tamanho exato da caixa de isopor?
Num mundo tão complicado, onde a tirania da beleza esquálida e dos padrões não humanos que alguns estilistas engendraram faz tanto mal, é uma alegria ver que nem tudo está perdido. Falo do Fashion Weekend Plus Size, onde desfilarão moças lindas, livres – elas e nós – da ditadura da anorexia.
Abaixo todas as ditaduras que pretendem impor um padrão de beleza: são bonitas as altas e as baixinhas, são bonitas as claras, as negras, são bonitos todos os tipos de cabelo, todas as formas de mulher. Quem escolhe que só é bonita uma mulher alta, macérrima não entende nada de diversidade e, aposto, muito menos ainda de mulher.
Entre as maldades feitas com quem foge ao padrão de beleza propugnado há a falta de cuidado com o desenho das roupas. O problema é que aqueles que desenham as peças para pessoas plus size não parecem tão esmerados, e seguem linhas como se todas tivessem que se vestir quase com uniformes.
Além de ser um mercado numeroso e em crescimento – razões comerciais e capitalistas suficientes para levar essas pessoas a sério – creio que aprender a desenhar com estilo e graça para todas é algo que refere-se à civilidade e ao respeito à dignidade da pessoa humana.
Erra quem pensa que “direitos humanos”, “democracia”, “respeito” etc são termos meramente jurídicos e que só interessam em alguns cenários ou espaços sociais. Respeitar a diversidade e ver a beleza que há em cada uma das formas e cores de cada ser humano é um valor que se tem ou não dentro da gente. Se ele existir, vai valer em tudo, desde fazer roupas até aprovar um candidato numa seleção de emprego; se não existir, vamos continuar a discriminar pessoas tanto nas passarelas quanto nas ruas, empregos e empresas.
Por tudo, então, o Fashion Weekend Plus Size é o mais bonito dos desfiles. Bonito porque mostra gente bonita, e as magras também o são, e bonito porque mostra para todo mundo que a beleza não tem regra, peso ou altura. Assim como o feio também não.
*William Douglas é juiz federal, professor e escritor.
Feliz Páscoa!!
Olá seguidores! Hoje vou falar de moda, como me visto e como lido com as tendências. Sempre gostei de ver tudo sobre moda, as tendências...
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She's come under fire by some after being cast as iconic Elizabeth Taylor, but no one can deny that Lindsay Lohan looks the part. Th...





